Curiosidades! A evolução das lâmpadas – Princesa Parafusos

Características como: temperatura de cor, índice de reprodução de cores (IRC), ângulo de abertura do facho, tempo de vida mediana e tecnologia da lâmpada são determinantes para essa missão.

A temperatura de cor (medida na unidade K – Kelvin) não está relacionada ao aquecimento da lâmpada e sim à tonalidade da luz que emite. Para visualizar o que isso significa, podemos associar a luz do nascer e do por do sol, às lâmpadas com temperatura de cor de 2.700K (mais avermelhada, quente), e as lâmpadas com temperatura de cor de 6500K à luz do sol ao meio dia (muito branca, tendendo ao azul, fria). Quanto maior a temperatura de cor mais azulada e fria é a luz emitida pela lâmpada, quanto mais próximo dos 2700K mais amena e quente será a luz.

O índice de reprodução de cor medido de 60 a 100 informa o desempenho da lâmpada nesse quesito.

Com essas duas características podemos concluir que, se você for iluminar um quadro ou trabalhar com cores, a escolha tenderá por uma lâmpada com IRC 100 e 2700K/3000K.

Facho de luz e tempo de vida

Ângulo de abertura é um dado das lâmpadas com refletor. Esse ângulo – que varia de 8° a 60° – determina um facho mais fechado, muito usado para dar destaque a uma peça, ou mais aberto, abrangendo uma área maior de luz. Para um bom resultado é necessário considerar a distância que a lâmpada estará do objeto a ser iluminado.

Deve-se levar em conta também o tempo de vida mediano da lâmpada, fator importante para a economia. Em geral uma lâmpada dura de 2 mil a 100 mil horas – esse último é o que promete o LED. Para termos uma idéia da evolução, nossa velha conhecida luz incandescente tem um tempo de vida útil de 700 a 1000 horas.

 

Conheça melhor algumas tecnologias:

Incandescentes: Com um filamento de tungstênio interno em um bulbo de vidro, produz luz agradável com temperatura de cor de 2700K. Por ter um rendimento muito baixo – apenas 5% de energia elétrica são transformados em luz, os outros 95% são transformados em calor – não se pode cogitar incluir essa lâmpada em um novo projeto.

Halógenas:

Uma evolução da incandescente convencional. Com o acréscimo do halogênio e a ação da corrente térmica cria-se o ciclo regenerativo do halogênio.

Essas lâmpadas podem ou não ter refletor e antiofuscante. As do tipo cápsula requerem cuidados ao serem manuseadas, o toque da pele direto em seu bulbo reduz o tempo de vida útil da lâmpada. Existe no mercado um modelo com o mesmo bulbo e soquete das incandescentes tradicionais.

As com refletor oferecem diversas possibilidades de usos. São boas reprodutoras de cores IRC 100. Podem ser ligadas diretamente na rede ou necessitam de transformador de voltagem. A lâmpada ligada direto na rede tem um custo bem maior do que a que necessita de transformador. Porém, em caso de algum defeito no conjunto – instalação elétrica, luminária, transformador e lâmpada – ficamos com um elemento a menos para verificar onde está o problema. Os fabricantes oferecem, segundo eles mesmos, opções que reduzem até 30% de energia. É possível usá-las com dimmer (aparelho que regula a intensidade da luz).

Fluorescentes:

É uma lâmpada de descarga de baixa pressão. Dentro de um tubo de vidro com gases inertes e uma pequena porção de mercúrio, a luz é emitida quando o fósforo presente nas paredes entra em contato com a radiação UV produzida pelo mercúrio após uma descarga elétrica. Lâmpada amplamente usada no setor comercial se mostra bastante versátil no uso doméstico. Com modelos que vão do tradicional tubular, passando pelas compactas ao bulbo da incandescente. Exceto as tubulares, as demais também podem ser encontradas com soquete E27 (incandescente) e ligadas diretamente na rede sem reator.

Seu IRC chega perto dos 90, com opção de temperatura de cor de 2700K. Quando ligada a um reator eletrônico, pode ser utilizada com dimmer, o que não ocorre com as ligadas diretamente na rede. A economia de energia frente às incandescentes, segundo os fabricantes, chega a 80%. A vida mediana é bastante variada, As de aplicação doméstica giram em torno de 10 mil horas.

Com a constante preocupação com o meio ambiente, o mercado produz fluorescentes com baixa quantidade de uso de metais e longa vida mediana, de 75 mil horas. Na residência, em locais com atividades de trabalho é uma grande alternativa e até para iluminação geral indireta entre outras muitas possibilidades.

LED:

Diodo emissor de luz. Tecnologia de ponta, poucos Watts e muita luz é a aposta do mercado como um dos caminhos para a redução do consumo de energia. Com transformador ou possibilidade de ligação direta na rede com soquete E27 e bulbo igual da incandescente, o LED chegou ao nosso lar.

As possibilidades de uso são muitas, com diversos tipos de lâmpadas e sistemas de iluminação. Alguns modelos podem ser “dimerizados”. O IRC não passa de 85 e pode ser encontrada com temperatura de cor de 2700K.

O preço ainda é um entrave, mas, segundo especialistas, vale o investimento inicial pela economia durante a vida da lâmpada. As áreas de aplicação são as mesmas das fluorescentes.

Por:  Mirna Zambrana

Fonte: iG


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